
Priscila Passos esteve presente na reunião da FEM-CUT/SP que reuniu dirigentes de todo o estado para organizar a Campanha Salarial 2026.
A Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT no Estado de São Paulo (FEM-CUT/SP) deu mais um passo importante na organização da Campanha Salarial 2026. Em reunião realizada nesta terça-feira,23, em São Bernardo do Campo, dirigentes dos sindicatos filiados definiram uma agenda de mobilização nas fábricas para fortalecer a campanha e pressionar as bancadas patronais durante as negociações.
O encontro contou com a participação de representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região. Estiveram presentes o vice-presidente do Sindicato, Valdeci Henrique da Silva, o Verdinho, que também é secretário de Saúde da CUT; o vice-presidente da FEM-CUT/SP e dirigente do Sindicato de Sorocaba, Antonio Welber Bizu; e a coordenadora do Coletivo de Mulheres, Priscila Passos.
Durante a reunião, a subseção do Dieese da FEM-CUT/SP apresentou uma análise econômica da indústria e do setor metalúrgico, com dados atualizados sobre inflação, atividade econômica e perspectivas para os próximos meses. As informações servirão de base para a estratégia da Campanha Salarial 2026.

O vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região e secretário de Saúde da CUT, Valdeci Henrique da Silva (Verdinho), participou da reunião da FEM-CUT/SP
Os dirigentes sindicais também compartilharam o cenário encontrado nas fábricas e avaliaram que os trabalhadores esperam uma negociação capaz de garantir aumento real dos salários, valorização profissional, manutenção dos direitos conquistados e uma distribuição mais justa dos resultados obtidos com o crescimento da produção industrial.
Ao final do encontro, a FEM-CUT/SP reafirmou o compromisso de manter a categoria informada sobre todas as etapas das negociações e reforçou a convocação para que os metalúrgicos participem das mobilizações organizadas pelos sindicatos filiados.
A avaliação da Federação é de que o fortalecimento da Campanha Salarial 2026 dependerá diretamente da participação dos trabalhadores nas atividades de mobilização e pressão, fundamentais para conquistar aumento real, preservar direitos e ampliar as conquistas da categoria.
Fim da escala 6×1
A reunião também reforçou a importância da mobilização em defesa do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho sem redução salarial. Os dirigentes destacaram que a proposta avançou na Câmara dos Deputados graças à mobilização do movimento sindical e da classe trabalhadora organizada e agora aguarda votação no Senado Federal.
Para a FEM-CUT/SP, é fundamental intensificar a cobrança sobre os senadores, especialmente os representantes de São Paulo, para que a proposta avance. A entidade defende que a redução da jornada e o fim da escala 6×1 são reivindicações históricas da classe trabalhadora e que a mobilização permanente será decisiva para a aprovação dessas medidas e de novas conquistas para os metalúrgicos.
*Com informações da FEM-CUT













